sábado, 5 de novembro de 2016

FESTIVAL AFROÁ




O festival Afroá, alinhado as demandas de matriz africana tem a intenção de demonstrar e difundir temas: gênero, feminismo negro, religiosidade, arte negra, entre outros, no intuito de unir forças, ideias de grupos, e artistas parceiros que resistem em sua arte e mantém uma grande força, herança dos ancestrais.


04/11 - Sexta a partir das 19 h

- Zumbi Por Elas - Núcleo Teatral Opereta
- O Papel da Mulher Negra na Construção e Preservação da Identidade Negra - Convidadas: Jessica Nascimento, Jô Freitas e Pollyana Almië
- Encerramento na praça com o grupo Batucafro.
- Ingresso no alguidar

- 10/11 16h - Vivência “Dança Kassa: Inspirada na Cultura Mandingue” - Com Juliana Ferraz do Grupo Afrosol

11/11 - Sexta as 20h

- Kimberly Fly 
- Homens de Saia 
- Ingresso no alguidar

17/11 - Quinta 
- 20 h
-Encontro com Poetas e Dramaturgos Negros - Convidados -Cleyton Mendes, Camila Rafael e Cláudio Domingos.

18/11 - Sexta 
- 19 h
- Bate-papo “Candomblé das Yabás” - Babá Hugo de Odé
- Intervenção Afro - Daniel Marques

24/11 - Quinta

- Dança dos Orixás com Pollyana Almië das 19h 30 às 22 h00

25/11 - Sexta

- Runsó + Banhu Maria



sábado, 22 de outubro de 2016

Segunda Reunião de Trabalho



A Dirigente Regional de Ensino no uso de suas atribuições, convoca os Professores Coordenadores (PCs) da EJA, para 2ª Reunião de Trabalho, com objetivo de propor ações para 2017, como segue: 

Dia: 25/10/2016

Local: EE Geraldo Justiniano de Rezende e Silva 

Horário: 19h00 às 22h00 

Núcleo Pedagógico.



segunda-feira, 17 de outubro de 2016

domingo, 18 de setembro de 2016

Escolarizando o Mundo - O Ultimo Fardo do Homem Branco


O filme é uma co-produção americana e indiana. Dirigido e editado por Carol Back, aborda de forma contundente o fato de a educação escolar ter servido, ao longo dos últimos séculos, à colonização e estar servindo, atualmente, à homogeneização cultural. Em outras palavras, com o documentário se mostra um lado perverso da educação para o qual nem sempre voltamos os olhos: a possibilidade de, se mal utilizada, a escola servir à extinção das culturas e à perda da diversidade cultural.



Nem sempre a educação e a boa vontade dos educadores se prestam à emancipação e à autonomia. Aliás, esse é um dos aspectos analisados no filme que mais chamam a atenção: em todo o mundo são frequentes ações voluntárias de organizações não governamentais ou de indivíduos bem intencionados em prol da educação de populações locais. Nem sempre, no entanto, essas ações vêm acompanhadas da plena consciência do processo mais amplo em que estão inseridas e que, em geral, envolve a espoliação de territórios e a desvalorização de saberes tradicionais. LEIA 


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